Muitas profissões têm como requisito determinados níveis de educação, experiência, idoneidade e atualização contínua. Esses elementos, aliados ao status profissional, são importantes para quem se encontra dentro desse rol e devem ser valorizados também por quem os empregam.
Se uma empresa quiser atrair profissionais de nível, deve demonstrar que valoriza e respeita sua experiência; respeito e apreço também serão retribuídos. A falta de valorização certamente levará à perda de profissionais-chave. Existem várias maneiras pelas quais se pode reconhecer o profissionalismo.
Assim como a empresa divulga sua Certificação de Qualidade, porque não enaltecer também os profissionais que possue? Apoiar funcionários na participação de eventos, cursos, seminários, palestras, workshops, em temas que estão envolvidos diretamente em seu trabalho, cria um clima de perfeito entrosamento entre ela, clientes e fornecedores.
Fazer assinaturas em revistas e publicações especializadas, para manter os funcionários atualizados em suas responsabilidades, é dar condição para que os objetivos e metas sejam alcançados.
Em recente pesquisa de fiz durante os últimos seis meses em cadernos de empregos dos grandes jornais de circulação de São Paulo, observei a grande incidência, nos anúncios, que em resumo tinham sempre os mesmos enfoques, como:
- empresa de grande porte, líder no mercado, contrata profissional para atuar em sua área de comércio exterior para ocupar o cargo de (desde Assistente até Gerente), que preencham os seguintes requisitos... (e daí vai uma série de exigências desde formação acadêmica, vasta experiência, disponibilidade para viagens, idade máxima, pretensões salariais (?) etc, etc).
Pois bem; inicialmente pergunta-se de que forma a empresa está utilizando a palavra profissional, será pela experiência, pela formação, pela cultura que o candidato possui, pela idade, enfim, será que não seria “usos e costumes”? Claro que se tem em mente que dependendo da função que o candidato irá executar, e não do cargo que irá ocupar, terá ele que ser realmente um profissional por formação e não por experiência.